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por
Alexandrine Brami
17.7.2025

Os principais erros de pronúncia e como corrigi-los

Dominar a pronúncia correta em outro idioma é muito mais do que falar bonito. Para profissionais que atuam em ambientes corporativos globais, pronunciar bem é ser compreendido com clareza, evitar ruídos na comunicação e passar segurança.

Neste artigo, você vai conhecer os erros de pronúncia mais comuns entre brasileiros e como corrigi-los com técnicas acessíveis, ferramentas úteis e apoio profissional.

Por que a pronúncia correta é essencial na comunicação profissional

Em um contexto corporativo, a clareza da fala é tão importante quanto o conteúdo da mensagem. Pronunciar corretamente não significa ter um sotaque perfeito, significa ser compreendido sem esforço pelo interlocutor, transmitir confiança e gerar conexão.

Veja por que isso importa:

Evita ruídos na comunicação

Erros de pronúncia podem mudar completamente o sentido de uma frase, causar mal-entendidos e até comprometer negociações. Um simples deslize entre palavras como “sheet” e “shit”, por exemplo, pode gerar situações embaraçosas.

Reforça a confiança do colaborador

Quando a pessoa sente que está se comunicando bem, ela participa mais, se arrisca mais e se posiciona com mais naturalidade, o que impacta diretamente sua performance profissional.

Facilita a colaboração internacional

Em ambientes multiculturais, o idioma precisa ser funcional e objetivo. Uma boa pronúncia não exige sotaque nativo, mas exige clareza e ritmo adequado para manter o fluxo da conversa.

A pronúncia é o elo entre o que o colaborador sabe e o que ele consegue demonstrar. Melhorá-la é abrir caminho para uma comunicação mais estratégica.

Erros de pronúncia mais comuns entre brasileiros

Quem fala português como língua materna enfrenta obstáculos específicos ao aprender outros idiomas, especialmente o inglês e o espanhol. Isso acontece porque a estrutura sonora do português interfere diretamente na forma como percebemos e reproduzimos os sons de uma nova língua.

A seguir, listamos os erros mais recorrentes cometidos por brasileiros e por que eles acontecem:

O “th” do inglês (como em “think” e “this”)

Esse som não existe em português, e a tendência é substituí-lo por “s”, “t” ou “d”. Assim, “think” vira “tink” ou “sink”, e “this” vira “dis”.

Correção:
Pratique colocando a ponta da língua entre os dentes e soltando o ar suavemente. Apps com feedback fonético ajudam bastante.

Vogais curtas e longas (“ship” vs “sheep”)

No inglês, a duração e abertura da vogal muda o sentido da palavra, o que não acontece no português. Isso leva a confusões como “bitch” e “beach”.

Correção:
Treine com pares mínimos (palavras muito parecidas) e ouça exemplos nativos para calibrar o ouvido.

Consoantes finais engolidas (“worked” → “work”)

No português, raramente pronunciamos consoantes no final das palavras. Isso faz com que palavras como “worked”, “watched”, “helped” percam parte do som e fiquem difíceis de entender em contexto.

Correção:
Grave a própria voz enfatizando as terminações. Ouça e corrija.

Entonação monótona ou errada em perguntas

Brasileiros tendem a manter o mesmo ritmo e entonação em todas as frases até em perguntas, que em inglês geralmente sobem no final. Isso afeta a naturalidade da fala.

Correção:
Assista vídeos com legendas em inglês e repita as frases com a mesma melodia.

Por que esses erros acontecem?

Cometer erros de pronúncia ao aprender um novo idioma é absolutamente normal  e esperado. Especialmente para falantes nativos de português, algumas dificuldades têm raízes linguísticas, cognitivas e até emocionais. 

Entender a origem desses obstáculos é o primeiro passo para superá-los com eficiência e sem frustração.

Interferência da língua materna

O português influencia diretamente a forma como ouvimos e reproduzimos sons em outros idiomas. Isso ocorre porque nosso cérebro tenta "adaptar" os sons novos ao sistema fonético que já conhece. Resultado: trocamos, omitimos ou exageramos certos sons sem perceber.

Falta de exposição auditiva real

Aprender um idioma só com foco em leitura e gramática limita a evolução da pronúncia. Muitos alunos ouvem apenas vozes robotizadas ou áudios didáticos, sem contato com ritmo, entonação e sotaques reais da língua-alvo.

Insegurança e medo de errar ao falar

A ansiedade em parecer “engraçado” ou “errar feio” trava muitos profissionais. Essa insegurança leva à fala contida ou truncada, que compromete a fluência e impede o aprimoramento da pronúncia.

Aulas sem foco em pronúncia

Muitos cursos tradicionais priorizam vocabulário e gramática, deixando a parte oral em segundo plano. Sem feedback imediato e técnicas direcionadas, o aluno evolui pouco na fala mesmo após anos de estudo.

A boa notícia: todos esses fatores podem ser contornados com prática, feedback e uma metodologia que respeite o ritmo de cada aprendiz.

Como corrigir erros de pronúncia de forma eficiente

erros de pronúncia e como corrigi-los


1. Ouvir muito: a base da pronúncia é a escuta ativa

Antes de falar bem, é preciso ouvir com atenção. O cérebro aprende a reconhecer e imitar sons com base na repetição auditiva. Assistir a vídeos, podcasts, filmes e reuniões com falantes nativos ajuda a afinar o ouvido e entender como as palavras realmente soam.

Dica: escute o mesmo trecho várias vezes e tente identificar entonação, pausas e sons difíceis.

2. Repetição com imitação (técnica de shadowing)

Shadowing é a técnica de repetir frases em voz alta logo após ouvi-las, imitando a pronúncia, o ritmo e a entonação. É uma forma eficaz de treinar a fala de forma natural.

Escolha vídeos com legendas em inglês/espanhol, ouça uma frase, pause e repita com a mesma entonação. Isso ajuda a corrigir automaticamente sons errados.

3. Grave sua fala e compare com nativos

Gravar a própria voz permite identificar padrões de erro que passam despercebidos. Comparar com a pronúncia correta ajuda a criar consciência fonética.

Dica: escolha frases simples do dia a dia, grave, ouça com atenção e compare com dicionários com áudio (como o Cambridge ou Forvo).

4. Tenha feedback ao vivo com professores capacitados

Nada substitui o olhar atento de quem sabe o que ouvir. Ter um professor que corrige de forma respeitosa e orienta ajustes específicos acelera o processo e evita a cristalização de erros.

O ideal é ter aulas com foco em conversação e prática oral, com professores que entendam as dificuldades do falante de português.

A correção da pronúncia não precisa ser um peso. Quando feita com método e motivação, ela se torna parte natural do processo de fluência.

Ferramentas e práticas recomendadas

Corrigir a pronúncia ficou muito mais acessível com a ajuda da tecnologia. Hoje, existem ferramentas que analisam sua fala, dão feedback instantâneo e ajudam você a praticar com mais autonomia e regularidade.

A seguir, confira algumas das mais eficazes para empresas e colaboradores:

1. ELSA Speak

Um dos apps mais completos para treino de pronúncia em inglês. Utiliza inteligência artificial para detectar erros de som, entonação e ritmo.

Ideal para: prática individual diária com correções em tempo real.

2. Google Translate (com áudio)

Apesar de ser simples, a função de escutar a pronúncia e repetir pode ser útil para praticar palavras e frases rapidamente.

Dica: fale a frase no microfone e veja se a transcrição bate com o que você disse.

3. Podcasts com transcrição (ex: Voice of America, Duolingo Stories)

Ouvir enquanto lê ajuda a associar sons às palavras escritas — o que treina escuta e pronúncia ao mesmo tempo.

Faça pausas e repita frases em voz alta usando shadowing.

4. Forvo e Cambridge Dictionary Online (com áudio nativo)

Ambos permitem ouvir palavras gravadas por nativos, inclusive com variações regionais (americano, britânico, australiano etc).

Use para validar pronúncias e evitar a leitura “abrasileirada”.

5. Plataformas com foco em fala e personalização (como o Lingopass)

Ao combinar professores experientes com trilhas de aprendizado personalizadas, empresas podem garantir que seus colaboradores pratiquem a pronúncia com segurança, sem constrangimento e com foco em aplicação no dia a dia.

A chave está em usar a tecnologia como aliada, mas sem abrir mão da prática ativa com orientação humana sempre que possível.

Como o Lingopass ajuda a melhorar a pronúncia com segurança e resultado

Aprender a se comunicar bem em outro idioma não depende apenas de estudar vocabulário ou entender a gramática. A fluência exige segurança para falar, e essa segurança nasce da prática com orientação, empatia e feedback constante. É exatamente isso que o Lingopass oferece.

Confira como a plataforma transforma a correção de pronúncia em uma jornada leve, personalizada e eficaz:

Aulas com foco em fala, escuta e correção contínua

Cada aula é uma oportunidade prática de colocar o idioma na ponta da língua. Professores treinados estimulam a conversação desde o início, corrigindo de forma sutil e estratégica para garantir evolução sem constrangimento.

Recursos focados em pronúncia real e funcional

Com vocabulário por setor, áudios de falantes nativos e simulações do ambiente de trabalho, o aprendizado de pronúncia acontece no contexto certo, aquele que o colaborador realmente usa.

Gamificação e microlearning para prática constante

Aulas curtas, interativas e dinâmicas ajudam o colaborador a manter contato com o idioma no seu ritmo. A repetição espaçada e a gamificação reforçam sons e estruturas com leveza e eficiência.

Monitoramento de progresso e acompanhamento de perto

A plataforma oferece dashboards com evolução de fluência, frequência e engajamento. Assim, RH e líderes conseguem apoiar cada colaborador naquilo que ele mais precisa.

Com o Lingopass, falar bem em outro idioma não é um objetivo distante, é um processo real, guiado e possível para todos os perfis de profissionais.

Veja também:

Os principais erros de pronúncia e como corrigi-los

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Alexandrine Brami
17.7.2025
Tempo de leitura:
5 minutos
Ler transcrição

Dominar a pronúncia correta em outro idioma é muito mais do que falar bonito. Para profissionais que atuam em ambientes corporativos globais, pronunciar bem é ser compreendido com clareza, evitar ruídos na comunicação e passar segurança.

Neste artigo, você vai conhecer os erros de pronúncia mais comuns entre brasileiros e como corrigi-los com técnicas acessíveis, ferramentas úteis e apoio profissional.

Por que a pronúncia correta é essencial na comunicação profissional

Em um contexto corporativo, a clareza da fala é tão importante quanto o conteúdo da mensagem. Pronunciar corretamente não significa ter um sotaque perfeito, significa ser compreendido sem esforço pelo interlocutor, transmitir confiança e gerar conexão.

Veja por que isso importa:

Evita ruídos na comunicação

Erros de pronúncia podem mudar completamente o sentido de uma frase, causar mal-entendidos e até comprometer negociações. Um simples deslize entre palavras como “sheet” e “shit”, por exemplo, pode gerar situações embaraçosas.

Reforça a confiança do colaborador

Quando a pessoa sente que está se comunicando bem, ela participa mais, se arrisca mais e se posiciona com mais naturalidade, o que impacta diretamente sua performance profissional.

Facilita a colaboração internacional

Em ambientes multiculturais, o idioma precisa ser funcional e objetivo. Uma boa pronúncia não exige sotaque nativo, mas exige clareza e ritmo adequado para manter o fluxo da conversa.

A pronúncia é o elo entre o que o colaborador sabe e o que ele consegue demonstrar. Melhorá-la é abrir caminho para uma comunicação mais estratégica.

Erros de pronúncia mais comuns entre brasileiros

Quem fala português como língua materna enfrenta obstáculos específicos ao aprender outros idiomas, especialmente o inglês e o espanhol. Isso acontece porque a estrutura sonora do português interfere diretamente na forma como percebemos e reproduzimos os sons de uma nova língua.

A seguir, listamos os erros mais recorrentes cometidos por brasileiros e por que eles acontecem:

O “th” do inglês (como em “think” e “this”)

Esse som não existe em português, e a tendência é substituí-lo por “s”, “t” ou “d”. Assim, “think” vira “tink” ou “sink”, e “this” vira “dis”.

Correção:
Pratique colocando a ponta da língua entre os dentes e soltando o ar suavemente. Apps com feedback fonético ajudam bastante.

Vogais curtas e longas (“ship” vs “sheep”)

No inglês, a duração e abertura da vogal muda o sentido da palavra, o que não acontece no português. Isso leva a confusões como “bitch” e “beach”.

Correção:
Treine com pares mínimos (palavras muito parecidas) e ouça exemplos nativos para calibrar o ouvido.

Consoantes finais engolidas (“worked” → “work”)

No português, raramente pronunciamos consoantes no final das palavras. Isso faz com que palavras como “worked”, “watched”, “helped” percam parte do som e fiquem difíceis de entender em contexto.

Correção:
Grave a própria voz enfatizando as terminações. Ouça e corrija.

Entonação monótona ou errada em perguntas

Brasileiros tendem a manter o mesmo ritmo e entonação em todas as frases até em perguntas, que em inglês geralmente sobem no final. Isso afeta a naturalidade da fala.

Correção:
Assista vídeos com legendas em inglês e repita as frases com a mesma melodia.

Por que esses erros acontecem?

Cometer erros de pronúncia ao aprender um novo idioma é absolutamente normal  e esperado. Especialmente para falantes nativos de português, algumas dificuldades têm raízes linguísticas, cognitivas e até emocionais. 

Entender a origem desses obstáculos é o primeiro passo para superá-los com eficiência e sem frustração.

Interferência da língua materna

O português influencia diretamente a forma como ouvimos e reproduzimos sons em outros idiomas. Isso ocorre porque nosso cérebro tenta "adaptar" os sons novos ao sistema fonético que já conhece. Resultado: trocamos, omitimos ou exageramos certos sons sem perceber.

Falta de exposição auditiva real

Aprender um idioma só com foco em leitura e gramática limita a evolução da pronúncia. Muitos alunos ouvem apenas vozes robotizadas ou áudios didáticos, sem contato com ritmo, entonação e sotaques reais da língua-alvo.

Insegurança e medo de errar ao falar

A ansiedade em parecer “engraçado” ou “errar feio” trava muitos profissionais. Essa insegurança leva à fala contida ou truncada, que compromete a fluência e impede o aprimoramento da pronúncia.

Aulas sem foco em pronúncia

Muitos cursos tradicionais priorizam vocabulário e gramática, deixando a parte oral em segundo plano. Sem feedback imediato e técnicas direcionadas, o aluno evolui pouco na fala mesmo após anos de estudo.

A boa notícia: todos esses fatores podem ser contornados com prática, feedback e uma metodologia que respeite o ritmo de cada aprendiz.

Como corrigir erros de pronúncia de forma eficiente

erros de pronúncia e como corrigi-los


1. Ouvir muito: a base da pronúncia é a escuta ativa

Antes de falar bem, é preciso ouvir com atenção. O cérebro aprende a reconhecer e imitar sons com base na repetição auditiva. Assistir a vídeos, podcasts, filmes e reuniões com falantes nativos ajuda a afinar o ouvido e entender como as palavras realmente soam.

Dica: escute o mesmo trecho várias vezes e tente identificar entonação, pausas e sons difíceis.

2. Repetição com imitação (técnica de shadowing)

Shadowing é a técnica de repetir frases em voz alta logo após ouvi-las, imitando a pronúncia, o ritmo e a entonação. É uma forma eficaz de treinar a fala de forma natural.

Escolha vídeos com legendas em inglês/espanhol, ouça uma frase, pause e repita com a mesma entonação. Isso ajuda a corrigir automaticamente sons errados.

3. Grave sua fala e compare com nativos

Gravar a própria voz permite identificar padrões de erro que passam despercebidos. Comparar com a pronúncia correta ajuda a criar consciência fonética.

Dica: escolha frases simples do dia a dia, grave, ouça com atenção e compare com dicionários com áudio (como o Cambridge ou Forvo).

4. Tenha feedback ao vivo com professores capacitados

Nada substitui o olhar atento de quem sabe o que ouvir. Ter um professor que corrige de forma respeitosa e orienta ajustes específicos acelera o processo e evita a cristalização de erros.

O ideal é ter aulas com foco em conversação e prática oral, com professores que entendam as dificuldades do falante de português.

A correção da pronúncia não precisa ser um peso. Quando feita com método e motivação, ela se torna parte natural do processo de fluência.

Ferramentas e práticas recomendadas

Corrigir a pronúncia ficou muito mais acessível com a ajuda da tecnologia. Hoje, existem ferramentas que analisam sua fala, dão feedback instantâneo e ajudam você a praticar com mais autonomia e regularidade.

A seguir, confira algumas das mais eficazes para empresas e colaboradores:

1. ELSA Speak

Um dos apps mais completos para treino de pronúncia em inglês. Utiliza inteligência artificial para detectar erros de som, entonação e ritmo.

Ideal para: prática individual diária com correções em tempo real.

2. Google Translate (com áudio)

Apesar de ser simples, a função de escutar a pronúncia e repetir pode ser útil para praticar palavras e frases rapidamente.

Dica: fale a frase no microfone e veja se a transcrição bate com o que você disse.

3. Podcasts com transcrição (ex: Voice of America, Duolingo Stories)

Ouvir enquanto lê ajuda a associar sons às palavras escritas — o que treina escuta e pronúncia ao mesmo tempo.

Faça pausas e repita frases em voz alta usando shadowing.

4. Forvo e Cambridge Dictionary Online (com áudio nativo)

Ambos permitem ouvir palavras gravadas por nativos, inclusive com variações regionais (americano, britânico, australiano etc).

Use para validar pronúncias e evitar a leitura “abrasileirada”.

5. Plataformas com foco em fala e personalização (como o Lingopass)

Ao combinar professores experientes com trilhas de aprendizado personalizadas, empresas podem garantir que seus colaboradores pratiquem a pronúncia com segurança, sem constrangimento e com foco em aplicação no dia a dia.

A chave está em usar a tecnologia como aliada, mas sem abrir mão da prática ativa com orientação humana sempre que possível.

Como o Lingopass ajuda a melhorar a pronúncia com segurança e resultado

Aprender a se comunicar bem em outro idioma não depende apenas de estudar vocabulário ou entender a gramática. A fluência exige segurança para falar, e essa segurança nasce da prática com orientação, empatia e feedback constante. É exatamente isso que o Lingopass oferece.

Confira como a plataforma transforma a correção de pronúncia em uma jornada leve, personalizada e eficaz:

Aulas com foco em fala, escuta e correção contínua

Cada aula é uma oportunidade prática de colocar o idioma na ponta da língua. Professores treinados estimulam a conversação desde o início, corrigindo de forma sutil e estratégica para garantir evolução sem constrangimento.

Recursos focados em pronúncia real e funcional

Com vocabulário por setor, áudios de falantes nativos e simulações do ambiente de trabalho, o aprendizado de pronúncia acontece no contexto certo, aquele que o colaborador realmente usa.

Gamificação e microlearning para prática constante

Aulas curtas, interativas e dinâmicas ajudam o colaborador a manter contato com o idioma no seu ritmo. A repetição espaçada e a gamificação reforçam sons e estruturas com leveza e eficiência.

Monitoramento de progresso e acompanhamento de perto

A plataforma oferece dashboards com evolução de fluência, frequência e engajamento. Assim, RH e líderes conseguem apoiar cada colaborador naquilo que ele mais precisa.

Com o Lingopass, falar bem em outro idioma não é um objetivo distante, é um processo real, guiado e possível para todos os perfis de profissionais.

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Quais os erros de pronúncia mais comuns em inglês para brasileiros?
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O que pesa mais: pronúncia ou gramática?
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